Paciente, 52 anos, com histórico de reações transfusionais febris não hemolíticas e diagnóstico oncológico, foi internado para
um procedimento cirúrgico de grande porte, com provável necessidade de transfusão de hemácias. Considerando as melhores práticas para minimizar eventos adversos, sobretudo as reações febris não hemolíticas, qual é a conduta mais apropriada
para o preparo das unidades de hemocomponentes destinadas a esse paciente?