Desenvolver habilidades para coordenar grupos é requisito importante do trabalho desenvolvido por psicólogos,
especialmente quando vinculados a instituições de saúde
pública. O dispositivo “grupo” pode ser pensado como
ferramenta possível de ser empregada para facilitar transformações e fomentar potenciais encontros humanos. Leia
as afirmativas abaixo sobre grupos operativos:
I. Todo grupo operativo é terapêutico, mas nem todo
grupo terapêutico é operativo. O grupo operativo é um
instrumento de trabalho, um método de investigação
e cumpre, além disto, uma função terapêutica.
II. Grupo operativo é um conjunto restrito de pessoas, que,
ligadas por constante de tempo e espaço e articuladas
por sua mútua representação interna, propõe-se, de
forma explícita ou implícita, a uma tarefa que constitui
a sua finalidade, interatuando através de complexos
mecanismos de assunção e de adjudicação de papéis.
III. O papel de coordenador no grupo operativo é de coopensor, aquele que pensa junto com o grupo ao mesmo
tempo que integra o pensamento grupal, facilitando a
dinâmica de comunicação grupal.
IV. A técnica de grupo operativo propõe a presença e
intervenção de um coordenador, que nem indaga nem
problematiza, as falas dos integrantes, e de um observador que, posteriormente, analisa com o coordenador
os pontos emergentes, o movimento do grupo em torno
da tarefa e os papéis desempenhados pelos integrantes.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que: