Um pavimento deve resistir, transmitir e distribuir as pressões
resultantes do tráfego ao subleito, sem que o conjunto sofra
ruptura, deformações apreciáveis ou desgaste superficial
excessivo.
No Método de Dimensionamento Nacional (MeDiNa), previsto na
IS-247 do DNIT, na fase de projeto básico:
A os solos de subleito identificados como de comportamento
laterítico (LA, LA’ e LG’) deverão ser tratados de acordo com
as necessidades do projeto por apresentarem um
comportamento inferior;
B nos estudos geológico-pedológicos, considera-se promissora
a ocorrência de solos propícios à pavimentação, tais como os
chernossolos, espodossolos, gleissolos, organossolos e
vertissolos;
C no estudo de empréstimos, já existe a necessidade de se
realizar ensaios de deformação permanente nas amostras dos
furos de sondagem, dependendo do coeficiente de variação
apresentado pelo ensaio de módulo resiliente;
D
pode-se considerar as camadas de solos moles no projeto,
devidamente caracterizadas;
E para que a brita graduada seja utilizada como camada de
base, devem ser realizados os ensaios de granulometria,
compactação, índice de suporte Califórnia e expansão e, em
alguns casos, módulo de resiliência e deformação
permanente.