“Se considerarmos plausível a assertiva de que o museu
é uma morada de dispersões temporais, corporais e
simbólicas, compreenderemos que o objeto cultural
recebe nele nova e diversa hospitalidade. Como na
vida social, o museu é compreendido pela pluralização
movente de sentidos, conferidos e subvertidos a cada
visita, posto que o campo da recepção é, também ele,
diverso e criativo.”
PEREIRA, Júnia Sales; CARVALHO, Marcus Vinicius Corrêa.
Sentidos dos tempos na relação museu / escola. Cad. Cedes.
Campinas. v. 30. Nº. 82. p. 384, set.-dez. 2010. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v30n82/08.pdf>