José Maria Jardim (1996), em seu artigo: A invenção da
memória nos arquivos públicos, expõe que “a quantidade
e a variedade de suportes e formatos documentais, de
um lado, e a escassez de recursos arquivísticos, de outro,
implicam que os documentos produzidos e acumulados
por uma organização devam inevitavelmente passar por
um processo de avaliação” (p. 6). Segundo o autor, esse
processo de avaliação é norteado pelos conceitos: