No ensaio “O direito à literatura”, Antonio Candido defende
uma concepção de literatura ampla, que englobaria desde
mitos até as diferentes formas de ficção. Por outro lado,
Magda Soares aponta que:
“[...] a escola toma para si a literatura, escolariza-a, didatiza-a,
pedagogiza-a, para atender seus próprios fins – faz dela uma
literatura escolarizada.”
Levando em consideração o trecho retirado do livro A
escolarização da leitura literária: o jogo do livro infantil e
juvenil, assim como as ideias defendidas por Candido em
seu ensaio, haveria, entre ambos os textos, uma: