A Epidemiologia surgiu, de acordo com alguns autores, a
partir da consolidação de um tripé de elementos conceituais, metodológicos e ideológicos: a Clínica, a Estatística
e a Medicina Social e tem como grande objetivo produzir
conhecimento e tecnologia capazes de promover a saúde
individual por meio de medidas de alcance coletivo. Nesse contexto, é correto afirmar que
A se a prevalência traduz a taxa de manifestação de uma
determinada enfermidade em uma população em um
determinado período, e mede o surgimento da doença
no espaço e no tempo, a incidência relativa mede a proporção da população que já teve ou tem a enfermidade.
B a incidência é aplicada quando se estuda causa e efeito e não depende da duração da doença, enquanto a
prevalência é utilizada para estudar a ônus da população de uma doença crônica e depende da duração da
doença, pois uma longa duração acabará por aumentar
a sua prevalência.
C na apresentação gráfica de dados, existe uma variante do polígono de frequências chamada ogiva
cumulativa, que é um polígono de frequências relativas acumuladas, que vai de zero a 100% (cem por
cento) e permite identificar de forma algébrica o valor
correspondente à mediana da distribuição.
D a taxa de prevalência que se obtém em uma situação
de surto ou epidemia é denominada de taxa de ataque da doença e é calculada, usualmente, por uma
proporção, onde se tem no numerador o número de
casos novos em um curto período de tempo e, no
denominador, o número de indivíduos expostos.
E entre as medidas estatísticas que buscam proporcionar o cálculo do risco de doenças que afligem uma
determinada população, tem-se a taxa de incidência,
que é apurada usando-se o número de indivíduos
afetados em determinado momento, dividido pelo
número total de pessoas.