A sociologia se envolve em diálogos com a doxa laica.
A meu ver, o objetivo crucial desses diálogos permanentes é, a longo prazo, a ruptura de um hábito generalizado,
talvez mesmo quase universal, dos “não sociólogos” de
que “as coisas são como são” e “natureza é natureza –
ponto final”, assim como a convicção de que há pouco ou
nada que os agentes – sozinhos, em grupo ou coletivamente – possam mudar no que se refere aos veredictos
da natureza. (Bauman, 2015. Adaptado)
Segundo Zigmunt Bauman, o resultado desse hábito dos
“não sociólogos” seria uma