Considerando o trabalho de Zerbato e Mendes (2018),
as autoras apontam que o ensino especial foi por muito tempo caracterizado pela segregação, com currículos
inadequados e descontextualizados, o que reforçava a
infantilização e o estigma de incapacidade dos estudantes da Educação Especial. De acordo com as autoras,
havia o entendimento de que a Educação Especial seria
mais adequada para a aprendizagem de alunos com deficiência, problemas de saúde ou qualquer inadequação
em relação à estrutura dos sistemas de ensino, se fosse