Texto para a questão
EDUCAÇÃO ESPECIAL
(Santana, A. S. A., disponível em: https://bit.ly/3dA3eq4).
Com adaptações.
Contemporaneamente, a Educação Especial passou a
cumprir um duplo papel de complementaridade da educação
regular. Isto é, atende, por um lado, à democratização do
ensino, na medida em que responde às necessidades de
uma parcela da população que não consegue usufruir dos
processos regulares de ensino: por outro, responde ao
processo de segregação da criança “diferente”, legitimando a
ação seletiva da escola regular (BUENO, 1993).
Atualmente, concebe-se a Educação Inclusiva como uma
modalidade direcionada ao aluno e dedicada à pesquisa e ao
desenvolvimento de novas maneiras de ensinar, adequadas
à heterogeneidade dos aprendizes e compatível com os
ideais democráticos de uma educação para todos
(MONTOAN, 2001).
A Educação Inclusiva em suas linhas gerais segue os
mesmos objetivos da educação regular visando
proporcionar aos portadores de necessidades educativas
especiais condições que favoreçam a sua integração na
sociedade, desenvolvendo alternativas de atendimento
diferenciado, metodologias especiais, utilizando recursos
humanos e matérias especializados.
Essa educação deverá estar em sintonia com objetivos e
metas da educação geral, deverá assumir o seu
compromisso com as pessoas portadoras de deficiência, de
problemas de aprendizagem e com os de altas habilidades,
proporcionando-lhes atendimento educacional adequado.
A proposição da Educação Inclusiva é fazer com que todos
os alunos trabalhados dentro das técnicas que norteiam tal
educação, retornem à escola, ou seja, encaminhados ao
ensino comum, logo que eles tenham superado ou atenuado
suas dificuldades particulares até o limite máximo de cada
um, desde que os possibilite para tal.