Com a manifestação do pluralismo religioso na sociedade brasileira, o modelo curricular do ensino religioso centrado na
doutrinação passou a ser intensamente questionado e perdeu sua função catequética. Porém, na prática, os docentes leigos e
pessoas voluntárias continuavam a ministrar as aulas de acordo com sua confissão.
(JUNQUEIRA, Sérgio R. A. Origem do ensino religioso. In.: JUNQUEIRA, Sérgio R. A.; BRANDENBURG, Laude Erandi; KLEIN, Remí (Orgs.). Compêndio do
Ensino Religioso. São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis: Vozes, 2017. p. 46.)
Como consequência, o encaminhamento pedagógico apresentava forte influência das tradições religiosas, acentuando um
caráter proselitista, ou seja: