O terapeuta ocupacional que está desenvolvendo um programa de reabilitação para pacientes com
doença de Parkinson e decide utilizar a prática baseada em evidência para garantir a eficácia do tratamento,
deve:
A Basear-se em revisões críticas de evidências científicas antigas, adaptando as intervenções de acordo com
abordagens genéricas e não personalizadas, de modo desvinculado ao estágio da doença.
B Consultar colegas de diferentes especialidades, que têm experiência com pacientes com doença de parkinson,
e adotar uma abordagem interdisciplinar, incorporando suas práticas clínicas baseadas em experiência, mesmo
que não estejam alinhadas com as evidências científicas mais recentes sobre eficácia terapêutica.
C Conduzir uma revisão sistemática da literatura científica, identificando intervenções baseadas em dados
robustos de estudos controlados randomizados (ecr) e meta-análises, e integrar essas intervenções levando em
consideração o perfil clínico e as necessidades individuais dos pacientes, com ênfase em estratégias de
personalização terapêutica.
D Priorizar a escolha de intervenções terapêuticas amplamente recomendadas por consensos clínicos e protocolos
de modo independente da adaptação das práticas ao contexto cultural, social e econômico dos pacientes.