Yasmim, do berçário dois: o pai é negro e a mãe é
branca. Quando viu a imagem de um homem negro
no mural da sala, logo associou a seu pai e apontou a
fotografia, demonstrando satisfação enorme, e falou:
“Papai! Papai!” Quando observamos essa cena, nós
nos demos conta de que talvez as crianças negras
nunca houvessem tido a oportunidade de fazer esse
tipo de associação ou identificação entre os seus
familiares e imagens expostas nas paredes do CEI.
Isso teve muito impacto. Isso mudou nosso olhar e
nos fez ver como a questão da diversidade racial
precisa estar presente em todos os espaços da
escola.