Ana Teberosky defendeu a importância dos nomes
próprios no processo de alfabetização de crianças. Para
essa pensadora construtivista, o “conhecimento do
próprio nome tem duas consequências importantes: em
primeiro lugar, é uma escrita ‘livre de contexto’, quer
dizer, uma escrita de interpretação estável, que não
depende das vicissitudes do contexto, e, em segundo
lugar, é uma escrita que facilita uma informação sobre a
ordem não aleatória dentro do conjunto de letras”
(TEBEROSKY, 2008, p. 34). A partir dessa defesa, se
constitui uma das clássicas propostas de trabalho
pedagógico com os nomes, que pode ser sintetizada da
seguinte maneira: