No ano de 1946, em Paris, foram fundados, por J.
Boutonier e George Mauco, os primeiros centros
médicos-psicopedagógicos para solucionar os problemas
de aprendizagem e de comportamentos. Os centros
contavam com equipes de médicos, psicólogos,
psicanalista, pedagogos, reeducadores de
psicomotricidade, da escrita e grafia. O médico era
responsável pelo diagnóstico: realizados a partir de
dados da investigação familiar, condições de vida,
atmosfera familiar, relações conjugais, métodos
educativos, resultados de teste de Q.I. − época em que
os testes de inteligências eram considerados de alta
credibilidade. Após o diagnóstico, o médico dava
orientações para o tratamento, quer de reeducação, quer
de terapia. Nesse enfoque de trabalho, o diagnóstico
pedagógico visava esclarecer a inadaptação escolar e
social e corrigi-la.
Acesso em:
http://tede.metodista.br/jspui/bitstream/tede/1025/1/PaulaAraujo.pdf
Os centros médicos-psicopedagógicos eram dirigidos por
profissionais da saúde e por profissionais da educação.
Devido à junção dessas duas áreas na busca por
solucionar os problemas de aprendizagem, surge, em
1948, um termo de definição: