As feridas são classificadas segundo diversos
parâmetros, que auxiliam no diagnóstico, na evolução e na
definição do tipo de tratamento, tais como cirúrgicas,
traumáticas e ulcerativas. As feridas cirúrgicas são
provocadas por instrumentos cirúrgicos, com finalidade
terapêutica, e podem ser: incisivas, com perda mínima de
tecido; ou excisivas, nas quais há remoção de áreas de pele.
As complicações mais comuns associadas à cicatrização de
feridas são:
I. Hemorragia interna (hematoma) e externa, podendo ser
arterial ou venosa.
II. Deiscência: separação das camadas da pele e tecidos. É
comum entre o 3º e 11º dia após o surgimento da lesão.
III. Evisceração: protrusão dos órgãos viscerais, através da
abertura da ferida.
IV. Infecção: drenagem de material purulento ou inflamação
das bordas da ferida; quando não combatida, pode gerar
osteomielite, bacteremia e septicemia.
V. Fístulas: comunicação anormal entre dois órgãos ou entre
um órgão e a superfície do corpo.
Estão CORRETOS: