Segundo Veiga, “temos vivenciado, ultimamente, uma ampliação progressiva dos compromissos da escola, que tem de responder a
novos desafios por influência de fatores e pressões, tanto externos quanto internos. Os externos são fatores de ordem social,
econômico-cultural, científica e tecnológica; os internos estão relacionados ao desenvolvimento do conhecimento sobre o processo
educativo (2001, p. 46)”. Nas últimas décadas, têm se presenciando alguns avanços, principalmente no que se refere à legislação, a
começar pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Além da Constituição, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, após anos de debate e negociações no âmbito do Poder Legislativo, apresentou
conquistas na educação escolar, havendo necessidade de revisão, a fim de acompanhar as mudanças sociais, políticas, culturais e
econômicas que ocorrem na sociedade globalizada e tecnológica. Assim como a sociedade caminha em constante transformação,
apesar de termos consciência de que não temos atingido um avanço significativo devido a fatores internos e externos que envolvem
as políticas econômicas e as políticas educacionais, e, ainda, considerando as diferentes concepções dos períodos pedagógicos, sobre
a função da escola na Pedagogia Histórico-Crítica infere-se que: