Medusa é servidora do Tribunal de Justiça do Estado de
Goiás, ocupante de cargo de provimento efetivo, e estava
em gozo de licença sem vencimentos, por interesse particular, tendo ficado em outro país durante esse tempo. Findo
o período da licença, Medusa resolveu continuar por mais
40 dias no exterior. Ao retornar, decidiu pedir exoneração
do seu cargo. No entanto, antes do seu pedido, o Tribunal
já havia instaurado o competente processo administrativo
disciplinar em face da conduta da servidora, a qual, regularmente citada, não apresentou defesa e foi considerada
revel, não tendo sido nomeado defensor dativo para ela.
Nessa situação hipotética, considerando os fatos mencionados e as normas que regem o processo administrativo no Tribunal de Justiça de Goiás, é correto afirmar
que Medusa