Proporcionar tempos e espaços de qualidade, repensar
a organização dos CEIs, com olhar para a
intencionalidade pedagógica, visando garantir, proteger,
promover o direito das crianças, escutar sua voz,
considerar a diversidade, construindo nessa dialética
uma educação referenciada de qualidade, são alguns
dos objetivos dos docentes. (SÃO JOSÉ, 2020, p. 133)
Neste aspecto podemos dizer que:
I. [...] É preciso repensar o foco do trabalho pedagógico
nas instituições de educação infantil, que tem sido
centrado muito mais na prática dos adultos do que
nas práticas das crianças. Não estamos dizendo que
um deva se sobrepor ao outro, mas sim que devemos
incluir em nossas reflexões sobre a educação infantil
um aspecto fundamental — os direitos das crianças
de serem consultadas e ouvidas, de exercerem sua
liberdade de expressão e opinião e dos docentes de
exigir a participação de todos.
II. [...] É preciso repensar o foco do trabalho pedagógico
nas instituições de educação infantil, que tem sido
centrado mais na prática dos adultos do que nas
práticas das crianças. Não estamos dizendo que um
deva se sobrepor ao outro, mas sim que devemos
incluir em nossas reflexões sobre a educação infantil
um aspecto fundamental — os direitos das crianças
de serem consultadas e ouvidas, de exercerem sua
liberdade de expressão e opinião, e cujas decisões
cabem aos docentes.
III. [...] É preciso repensar o foco do trabalho pedagógico
nas instituições de educação infantil, que tem sido
centrado muito mais na prática dos adultos do que
nas práticas das crianças. Estamos dizendo que um
deva se sobrepor ao outro, devemos incluir em
nossas reflexões sobre a educação infantil um
aspecto fundamental — os direitos das crianças de
não serem consultadas e ouvidas, apenas de
exercerem o direito de tomarem decisões em seu
proveito.
IV. [...] É preciso repensar o foco do trabalho pedagógico
nas instituições de educação infantil, que tem sido
centrado muito mais na prática dos adultos do que
nas práticas das crianças. Não estamos dizendo que
um deva se sobrepor ao outro, mas sim que devemos
incluir em nossas reflexões sobre a educação básica
um aspecto fundamental — os direitos dos jovens de
serem consultados e ouvidos, de exercerem sua
liberdade de expressão e opinião, e o direito de
tomarem decisões em seu proveito.
V. [...] É preciso, portanto, repensar o foco do trabalho
pedagógico nas instituições de educação infantil, que
tem sido centrado muito mais na prática dos adultos
do que nas práticas das crianças. Não estamos
dizendo que um deva se sobrepor ao outro, mas sim
que devemos incluir em nossas reflexões sobre a
educação infantil um aspecto fundamental — os
direitos das crianças de serem consultadas e ouvidas,
de exercerem sua liberdade de expressão e opinião,
e o direito de tomarem decisões em seu proveito.
A sequência correta é: