A Capital registrou a maior incidência, com 43 casos, o equivalente a 30% do total registrado no Estado.
De janeiro a julho deste ano, 8 pessoas morreram no Estado em decorrência da doença leishmaniose visceral, também
conhecida como calazar, de acordo com informações da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa). Dos óbitos, 3 foram registrados na
Região Metropolitana de Fortaleza (dos quais dois na Capital e um em Caucaia), um em Barbalha, um em Brejo Santo, um em
Choró, um em Independência e um em Umirim.