Arthur, um recém-nascido com 20 dias de vida, previamente saudável, é levado à emergência pediátrica pelos
pais devido a febre de 38,2 ºC nas últimas quatro horas.
Ele não apresenta sinais localizados evidentes, como
tosse, rinorreia ou sinais gastrointestinais.
Ao exame físico, Arthur está irritado, com sucção débil e
discretamente letárgico, sem sinais evidentes de desconforto respiratório ou hepatoesplenomegalia. Os pulsos
periféricos estão preservados, mas sua perfusão capilar
encontra-se ligeiramente prolongada (3 segundos). Os
pais negam contato com pessoas doentes, mas relatam
que o recém-nascido esteve mais sonolento nas últimas
24 horas.
Diante desse quadro, qual a conduta inicial mais apropriada?