No Brasil, a construção identitária das creches e pré-escolas se insere no contexto da história das
políticas de atendimento à infância, marcado por diferenciações em relação à classe social das crianças,
quando o cuidar e o educar eram vistos como atividades dissociadas. Em harmonia com os movimentos
nacionais e internacionais, um novo paradigma do atendimento à infância tornou-se referência para os
movimentos sociais de “luta por creches”. Em nosso país, o atendimento em creches e pré-escolas como
um direito social das crianças se concretiza a partir da