O behaviorismo, criticando essas tentativas por sua pouca objetividade, muda o enfoque e
passa a utilizar critérios de objetividade não apenas para o estudo do objeto, mas já para sua
definição. Em vez da consciência, deve-se estudar o pensamento, o único aspecto da
subjetividade que pode ser tomado de maneira objetiva.
A gestalt, influenciada pela fenomenologia, redefine a noção de consciência e propõe a
superação do objetivismo analítico, considerando-o inadequado para abarcar uma subjetividade
global. A fenomenologia restaura a ênfase na subjetividade e questiona a ideia da possibilidade
de uma objetividade sem o sujeito.
A psicanálise tem uma aparência inicial híbrida de várias influências, mas termina por
enfatizar uma subjetividade revista e submetida ao consciente.
O cognitivismo mantém o caráter pragmático do funcionalismo e procura descrever as
estruturas cognitivas que se interpõem entre o indivíduo e o inconsciente. Restringe, dessa
forma, a subjetividade ao inconsciente e submete-a a métodos de estudo subjetivistas,
aprofundando o reducionismo.