O próprio processo de identificação, através do qual nos
projetamos em nossas identidades culturais, tornou-se
mais provisório, variável e problemático. Esse processo
produz o sujeito pós-moderno. A identidade torna-se uma
“celebração móvel”: formada e transformada continuamente em relação às formas pelas quais somos representados ou interpelados nos sistemas culturais que nos
rodeiam. É definida historicamente, e não biologicamente.
(Hall, 2006. Adaptado)
Os estudos pós-modernos, segundo Stuart Hall, sugerem
que a identidade