A defesa de uma educação de qualidade para todos proporcionou a realização de conferências mundiais,
das quais resultaram recomendações, cuja finalidade reside no esboço de ações efetivas que
promovessem a inclusão no contexto do mundo globalizado. Nesse sentido é correto afirmar que a
Declaração de Salamanca
A resultou da reunião do Comitê Regional Intragovernamental Mundial de Educação da ONU, durante
o ano de 1994, e apresentou como princípio básico a educação como um bem de consumo e, por
isso, todos devem ter acesso a ela.
B surgiu como resultado da Conferência Mundial sobre as Ações e Estratégias para a Educação,
Prevenção e Integração dos impedidos, na Espanha, em 1990, e definiu, no calendário mundial, o
mês de setembro como o período para as campanhas de sensibilização ao acolhimento escolar das
pessoas com deficiência.
C é decorrente da reunião realizada em 1994, na Espanha, com a presença de 87 países. Nela defende-se, como princípio, a escola aberta a todos os educandos, sendo espaço de acolhimento de todas as
pessoas, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais,
linguísticas, entre outras.
D foi fruto da reunião realizada na Tailândia, no ano de 1990, sob a gerência do Fundo das Nações
Unidas para Infância (UNICEF). Tem como princípio básico a satisfação das necessidades básicas
de aprendizagem e o enfoque na expansão da educação para todos.