Foi publicado no Diário Oficial de 31 de outubro de 2023 o novo
arcabouço fiscal brasileiro (Lei Complementar 200/2023), que
substitui o antigo teto de gastos como a âncora fiscal nas contas
públicas da União.
De acordo com as novas regras, os investimentos deverão ser a
cada ano equivalentes a, no mínimo, 0,6% do PIB estimado no
respectivo projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA).
Para 2024, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO)
estima um PIB de R$ 11,5 trilhões, que se mantido no projeto
orçamentário, resulta em R$ 69 bilhões em investimentos. Caso o
governo consiga fazer um resultado primário superior ao limite
do intervalo de tolerância, ou seja,