Um homem de 70 anos, com histórico de fibrilação atrial crônica, insuficiência cardíaca e hipertensão, apresenta-se ao
pronto-socorro com dispneia intensa, tontura e confusão mental. Ao exame físico, está taquicárdico (frequência
cardíaca de 150 bpm), com pressão arterial de 80/50 mmHg e sinais de perfusão periférica inadequada (extremidades
frias e cianose). O eletrocardiograma revela fibrilação atrial com resposta ventricular rápida. Ele está recebendo
anticoagulação oral com varfarina, e o INR está em 2,1.
Qual é o manejo mais adequado para essa arritmia no momento?