No Brasil, desde os anos de 1980, vem ocorrendo uma série de transformações nas empresas capitalistas,
determinada, sobretudo, pela mundialização, transnacionalização e financeirização dos capitais, que incide,
de igual modo, na cultura profissional, no referencial teórico, nos campos de intervenção profissional e suas
funcionalidades. Nesse contexto, emerge um conjunto variado de frentes de trabalho para os assistentes
sociais no âmbito das empresas, entre as quais se destacam: