A Folha de São Paulo, ao publicar o editorial da “ditabranda”
passa de apoiador do golpe e da Operação Bandeirantes;
passando por arauto das democracias nos anos 1980, até propor,
vinte anos depois, que se esqueça da existência de uma ditadura
no Brasil. Não é propriamente um esquecimento, mas um
ocultamento, uma reinterpretação histórica.” Os jornais
registram a História, são fontes essenciais para os historiadores.
O que quero ressaltar é seu papel de formador moral e intelectual
ao construir uma memória que interessa à sua história, que busca
que se torne real a todos.
(SILVA, Carla Luciana. Imprensa e construção social da “ditabranda. In: MELO,
Demian Bezerra (org). A miséria da historiografia: uma crítica ao revisionismo
contemporâneo. Rio de Janeiro: Consequência, 2014, p. 196)
Um professor de História seleciona o trecho acima para planejar
uma aula sobre os significados do regime civil-militar.
Nesse sentido o documento acima é adequado, pois é
representativo de