O termo Techné , a partir do exposto por
Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M.
Terezinha Telles Guerra, em “Didática do
ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar,
fruir e conhecer arte” (1998), corresponde ao
movimento que:
A “cria o ser e o não ser, a forma do amorfo
e da inércia, o ato da potência e
impotência, o cosmos do caos e a
organização [...] Modo inexato de
perfazer um cálculo, antecedente de
todas as experiências dos nossos dias.”
B “arranca o ser do não ser, a forma do
amorfo, o ato da potência, o cosmos do
caos [...] Modo exato de perfazer uma
tarefa, antecedente de todas as técnicas
dos nossos dias.”
C “perfaz de modo inexato um cálculo,
antecedente de todas as experiências
dos nossos dias. É o movimento que
arranca o ser de si mesmo.”
D “cria o ser e o não ser, a forma do ativista,
o ato da potência e impotência, o cosmos
do caos e a organização.”
E “cria o não ser, a forma do contínuo, o ato
da impotência, o cosmos do caos [...]
Modo exato de nada fazer, antecedente
de todas as experiências dos nossos
dias.”