Um paciente de 22 anos sofreu uma queda de moto, resultando em traumatismo raquimedular a nível de C6, com lesão
incompleta. Após 3 meses, ele apresenta força muscular de grau 2 nos membros superiores e de grau 1 nos membros
inferiores. O paciente desenvolveu espasticidade, principalmente nos cotovelos, com limitação da flexão, devido ao
predomínio do bíceps sobre o tríceps.
Sobre o caso, são feitas duas afirmativas ligadas pela palavra PORQUE:
I. O paciente necessita de um programa apropriado de posicionamento no leito, uso de órteses e mudança de
decúbito para evitar contraturas musculares.
PORQUE
II. Os movimentos e os alongamentos passivos realizados apenas em sessões diárias de reabilitação não são
eficazes para prevenir as contraturas decorrentes do traumatismo raquimedular.
Conclui-se que: