A palavra feedback tem sua origem no inglês e pode ser traduzida para o português como devolutiva.
(Allan; Dalcorso, 2011.)
De acordo com Reis (2001), a observação de aulas tem pouco valor formativo se não for seguida de momentos em que se
discute e reflite criticamente sobre os acontecimentos observados, identificando os aspectos positivos a manter e os aspectos
a melhorar, definindo objetivos a atingir e estratégias a experimentar nas sessões seguintes. Destaca-se que feedback pode
ser de tipo confirmativo ou corretivo, sendo que o corretivo também pode ser classificado como construtivo ou destrutivo,
ou seja, a forma como a mensagem é transmitida pode desencadear reações consideravelmente diferentes nos professores.
Em contextos avaliativos, destinados a assegurar que um professor atingiu os objetivos pretendidos e nos quais a observação
pretende detectar determinados comportamentos desejados, podem se detectar os dois tipos de feedback. Considerando
que o feedback proporcionado depois da observação constitui um componente decisivo do processo de supervisão
pedagógica e que pode ter um forte impacto no desenvolvimento profissional dos professores, quando o pedagogo deseja
realizar um feedback do tipo corretivo construtivo, NÃO é uma ação correta: