Os estudos sobre motivação no ambiente de trabalho desdobram-se em diferentes abordagens e teorias, entre as quais a conhecida Pirâmide de Maslow, consistente em uma representação gráfica que
A aponta uma hierarquização entre os fatores que induzem à motivação, de modo que apenas quando satisfeita uma necessidade mais básica é que o Indivíduo busca a satisfação das seguintes, situando-se no ápice da pirâmide as necessidades
de autorrealização.
B apresenta um escalonamento dos diferentes agrupamentos dos colaboradores da organização, situando-se na base da pirâmide os que desempenham atividades operacionais e no seu topo a alta direção, sendo que cada uma dessas camadas
responde a diferentes estímulos motivacionais.
C Indica a precedência de determinados fatores motivacionais em relação a outros, situando-se em sua base os fatores de
maior impacto psicológico, como segurança e integração ao grupo, e no ápice da pirâmide as recompensas financeiras,
normalmente atreladas ao atingimento de metas.
D apresenta uma categorização entre os fatores motivacionais que, via de regra, impactam o desempenho do grupo em uma
organização, situando-se na base os fatores coletivos, como clima e cultura, e no topo os estritamente individuais, como
estima e reconhecimento.
E traduz o resultado do diagnóstico do clima organizacional, de modo a classificar os diferentes gradientes da motivação nos
segmentos da organização, situando-se na base os grupos ou áreas onde a motivação é baixa e no topo aqueles que
podem ser considerados os paradigmas em termos de motivação.