A gente amarrava o bilhete numa pedra presa por um
cordão
E pinchava a pedra no quintal da casa dela.
Se a namorada respondesse pela mesma pedra Era uma glória!
Mas por vezes o bilhete enganchava nos galhos da
goiabeira
E então era agonia. No tempo do onça era assim.
Manoel de Barros. Tratado geral das grandezas do infinito. Rio de Janeiro,
Record, 2001.
O vocábulo SE presente no 7º verso do poema tem a função
sintática de: