Historicamente, a escola tem excluído dos currículos
narrativas das crianças, dos negros, das mulheres, dos índios,
dos quilombolas, dos campesinos, entre outras, reforçando a
hegemonia de determinados conhecimentos sobre outros
construídos pelos sujeitos sociais em diferentes espaços de
trabalho e vida.
Currículo em Movimento: pressupostos teóricos.
SEEDF. 2014. p. 36 (com adaptações).