Segundo Barreira (2002), a avaliação de participação emancipatória é compreendida como um processo participativo de construção e acompanhamento
conjunto de uma proposta de trabalho em direção ao
atendimento das necessidades individuais e coletivas
expressas pelos seus participantes.
Sobre a avaliação de programas sociais na perspectiva
participativa, é correto afirmar: