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  4. Questão 457941200868544

Leia as frases elaboradas a partir do texto. As pesquisadoras havia...

📅 2016🏢 VUNESP🎯 Prefeitura de Alumínio - SP📚 Língua Portuguesa
#Reescrita Textual#Colocação Pronominal#Análise Textual#Morfologia dos Pronomes

Esta questão foi aplicada no ano de 2016 pela banca VUNESP no concurso para Prefeitura de Alumínio - SP. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Reescrita Textual, Colocação Pronominal, Análise Textual, Morfologia dos Pronomes.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

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457941200868544
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Alumínio - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Colocação Pronominal | Análise Textual | Morfologia dos Pronomes
Texto associado

Leia o texto “Mãos à obra” para responder às questões de números 01 a 06.


Não é uma boa ideia aposentar a tradicional escrita à mão, com lápis e caderno, como ferramenta didática.

Estudos recentes mostram que tanto crianças que estão sendo alfabetizadas quanto adultos podem ter vantagens no aprendizado quando colocam as palavras no papel, à maneira antiga.

No caso dos pequenos, traçar as letras com lápis e caneta parece ser uma ginástica mental mais poderosa do que simplesmente procurá-las num teclado, além de potencializar o aprendizado do vocabulário e ser mais útil contra problemas como a dislexia. Para os jovens, anotações feitas em cadernos têm mais potencial para ajudá-los a fixar o conteúdo da aula.

Num estudo publicado na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, pesquisadoras observaram o que acontece no cérebro de crianças com idades entre quatro e cinco anos que estavam começando a ler.

Meninos e meninas foram divididos em três grupos. O primeiro era ensinado a traçar letras de fôrma manualmente; o segundo cobria uma linha pontilhada; o terceiro tinha de identificar a letra num teclado de computador.

Depois as crianças foram colocadas em aparelhos de ressonância magnética e reviam, lá dentro, as letras que tinham praticado.

As imagens de ressonância deram às cientistas uma ideia sobre o grau de ativação de cada região do cérebro das crianças. Tanto a diversidade de áreas cerebrais ativadas quanto a intensidade dessa ativação foram mais acentuadas nos pequenos que tinham sido treinados a escrever as letras “do zero”.

Para os autores, os achados apoiam a hipótese de que a escrita tradicional ajudaria o desenvolvimento mental infantil, em especial na capacidade de abstração.

O resultado desse processo pode ser percebido em alunos de universidades. Um artigo na revista “Psychological Science” mostrou que aqueles que anotavam o conteúdo de palestras à mão retiveram mais da aula do que os que usaram notebooks.

Ao anotar à mão, o aluno precisa reorganizar os dados da aula com sua própria lógica, o que o ajuda a entender melhor o que o professor está explicando.

“A grande vantagem na alfabetização é que, para as crianças, o ato de escrever está muito associado ao ato de desenhar, o que incentiva os alunos a manipular o lápis e a caneta”, diz Eloiza Centeno, coordenadora pedagógica de educação infantil.

“Mais tarde, a gente nota uma facilidade maior com o teclado quando a questão é ter fluência e velocidade para escrever”, conta. “Não acho que seja o caso de usar aqueles exercícios antigos de caligrafia, mas dá para trabalhar a fluência e a legibilidade na escrita à mão, até mesmo por ser uma habilidade ainda indispensável no vestibular.”


(Reinaldo José Lopes. Folha de S.Paulo, 08.07.2014. Adaptado)

Leia as frases elaboradas a partir do texto.


As pesquisadoras haviam recomendado às crianças do primeiro grupo que traçassem letras de fôrma manualmente.

Todas as crianças foram colocadas em um aparelho de ressonância magnética onde novamente reviram as letras que haviam praticado.


Assinale a alternativa em que os pronomes substituem corretamente os trechos destacados e estão adequadamente colocados nas frases.

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