Segundo Hannah Arendt, "para os gregos, forçar alguém mediante violência, ordenar ao invés de persuadir, eram
modos pré-políticos de lidar com as pessoas, típicos da vida fora da polis, característicos do lar e da vida em família,
na qual o chefe da casa imperava com poderes incontestes e despóticos”.
(ARENDT, Hannah. A Condição Humana. Trad. Celso Lafer. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997, p. 36.)
Considerando a passagem acima e a obra de que foi extraída, segundo H. Arendt, para os gregos antigos: