Braudel apresenta a capacidade do mediterrâneo de difundir rapidamente a materialidade, especialmente em decorrência da
crescente navegação das populações costeiras. O aspecto do Mar Mediterrâneo como via de transmissão, não só de objetos,
mas também de códigos e ideias, é justamente a razão pela qual esse autor o considera uma “espécie de planeta onde tudo
circulou precocemente” e um dos “centros vivos do universo”, que interliga os continentes africano, europeu e asiático em um
espaço unitário.
(BRAUDEL, 2001, p. 30-31.)
Embora existam várias críticas em relação a essa visão de Braudel sobre o Mar Mediterrâneo, os gregos: