Em um hospital regional que atende uma população
diversificada, incluindo comunidades vulneráveis, um
Terapeuta Ocupacional (TO) se depara com um dilema
ético ao trabalhar com um paciente jovem, recém-diagnosticado com uma condição neurológica crônica.
O paciente expressa fortemente o desejo de não
informar sua família sobre seu diagnóstico, temendo o
estigma e as mudanças nas dinâmicas familiares.
Considerando os princípios da ética e deontologia na
terapia ocupacional, como o respeito pela autonomia do
paciente, a confidencialidade, a não maleficência e a
beneficência, bem como a importância de promover a
saúde e o bem-estar dos pacientes e de suas famílias,
qual deveria ser a abordagem mais apropriada do
terapeuta ocupacional neste contexto?