No ano de 1700, um médico, considerado o pai da medicina do trabalho, já
preconizava a importância do trabalho na determinação do processo saúde-doença e na qualidade de vida da população. Para “chegar às causas
ocasionais do mal” e “obter uma cura mais feliz”, ele recomendava que todo
médico, ao atender seu paciente, indagasse “que arte exerce?”. O enunciado
refere-se a: