A natureza, física e humana, é o objeto imitável por excelência. Concebida como o Cosmo [...] cujas partes estão unidas em um
todo que é referência da unidade, a natureza é a intermediária de Deus, exemplar de Sua vontade e, por mais próxima, passível
de contemplação pelo homem. Segundo tal concepção espetacular do mundo, o Belo artístico deve ‘imitar’ o Belo natural.
(MONGELLI, 2003.)
Segundo Umberto Eco, “ao falar de problemas estéticos e ao propor regras de produção artísticas, a Antiguidade Clássica
tinha o olhar voltado para a natureza”, já os medievais: