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Em “Tradução técnica e condicionantes culturais: primeiros passos para um estudo integrado” (p.10), Azenha Jr. discorre:
“Ao percorrer o caminho da prática para a teoria [...], pude constatar o predomínio de uma visão largamente difundida [...] segundo a qual os textos técnicos, diferentemente dos textos sagrados e de literatura, constituiriam um universo à parte, sujeito aos ditames do mercado e marcado pela estabilidade de sentido dos termos técnicos. Em outras palavras, admitia-se para a tradução técnica algo que, de resto, era veementemente condenado para a tradução como um todo: a noção de sentidos estáveis e, como consequência, uma noção de tradução centrada eminentemente numa operação de transcodificação, processada à margem de um enquadramento cultural.”
O autor, com base em sua experiência enquanto tradutor, segue contestando essa visão de estabilidade dos textos técnicos. Abaixo estão diversos argumentos que contrariam essa noção de sentidos estáveis, com a EXCEÇÃO de:
Esta questão foi aplicada no ano de 2016 pela banca UFTM no concurso para UFTM. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Compreensão e Interpretação Textual, Análise Textual.
Esta é uma questão de múltipla escolha com 4 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.