Maria, 45 anos, vem à consulta relatando dores generalizadas há mais de oito meses, além de sensação de fadiga e sono não reparador. Ela já foi a vários especialistas
e realizou múltiplos exames, os quais trouxe à consulta,
todos avaliados como normais, incluindo alguns autoanticorpos e provas de atividade inflamatória. Maria chora
e expressa preocupação de que os médicos não estão
levando suas queixas a sério. Durante o exame físico,
percebe-se que Maria tem sensibilidade dolorosa difusa
à palpação muscular e articular, mas não se notam sinais
inflamatórios articulares.
Ao aplicar o método clínico centrado na pessoa, qual deve
ser a primeira abordagem?