A experiência com a aprendizagem temporal e histórica que
pautaram meu processo de escolarização, bem com o de minha
colega – ambas com mais de 40 anos – é sensivelmente distinta
daquela vivenciada por minha filha e duas colegas, hoje alunas do
sexto ano do ensino fundamental. Por um lado, essa vivência é
pautada por um cenário historicamente novo, engendrado pela
nova conformação das tecnologias de informação e comunicação
que provocam no indivíduo um presentismo fugaz, acompanhado
pela experimentação constante da simultaneidade como marca
temporal central.
(MIRANDA, Sonia Regina. Aprender e ensinar o tempo histórico em tempos
de incertezas. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK,
Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012.
p. 243)
A partir da análise do texto, é correto concluir que