Um arquiteto, pelo seu sucesso profissional, é instado a
participar de pessoa jurídica que passa a administrar sua
carreira, permitindo que ele se dedique, quase exclusivamente, à elaboração e supervisão de projetos. Diante da
complexidade das relações negociais, contrata os serviços de contador indicado por amigos próximos. Após longo período de convivência profissional, sente necessidade
de ordenar serviço interno para organizar suas contas. O
contador original não aceita tal encargo e repassa os documentos existentes para a pessoa jurídica, sem qualquer
especificação quanto a despesas e valores recebidos.
Nos termos do Código de Ética Profissional do Contador,
deve o profissional