No Brasil, a inserção da educação sexual na escola
operou-se a partir de um deslocamento no campo
discursivo sobre a sexualidade de crianças e
adolescentes. A escola passa a ser tida como um espaço
de intervenção preventiva da medicina higiênica, devendo
cuidar da sexualidade de crianças e adolescentes, a fim
de produzir comportamentos considerados “normais”.