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Leia o texto a seguir.
Não deixa de ser elucidativo perceber [o documento] como elemento de coesão de uma frente de educadores que, a despeito de suas diferenças, articulava-se em torno de alguns objetivos comuns, como a laicidade, a gratuidade e a obrigatoriedade da educação. Mas não foi apenas isso. O documento também foi representante de um grupo de intelectuais que abraçava um mesmo projeto de nação, ainda que com divergências internas. O expediente da organização de frentes, aliás, foi comum no final dos anos 1920 e no início da década de 1930, constituindo-se na estratégia utilizada para a conjugação de forças em torno de um ideal comum.
VIDAL, Diana Gonçalves. […]. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 39, n. 3, jul./set. 2013, p. 584.
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