Não é incomum surgir no cenário religioso
discriminações socialmente propagadas e opiniões
distorcidas, muitas vezes como base em
generalizações simplistas e estereotipadas para com
os devotos de algumas tradições religiosas, do tipo:
“católico-carola”, “crente-fanático”, espírita-macumbeiro”, “adepto do candomblé-adepto do
demônio” e, mais recentemente, “muçulmano-terrorista” (MESSEDER, 2023:188-189). Decorre daí a
importância do ensino religioso no contexto escolar
como forma de: