Carlos, um paciente de 62 anos, visita o consultório com queixas de lombalgia, hipertensão com difícil controle, pois
sua pressão em casa tem ficado 160x110 mmHg e um forte sentimento de desânimo. Ele menciona que, embora
tenha tentado várias abordagens de tratamento, nenhuma parece ter trazido alívio significativo para a lombalgia, e
a quantidade de medicamentos para pressão só aumenta. Ao ouvir suas preocupações, o médico percebe que Carlos
não só enfrenta questões físicas, mas também emocionais, que podem estar afetando sua adesão ao tratamento.
Nesse contexto, ao planejar a abordagem para a consulta, qual seria a melhor estratégia que o médico poderia
adotar para garantir uma relação terapêutica eficaz?